A vitória do Atlético-MG em cima do Newell's Old Boys, que garantiu a inédita classificaçãopara a final da Libertadores, foi mesmo para testar o coração do torcedor do Galo. Depois dos gols marcados por Bernard, aos três minutos do primeiro tempo, e por Guilherme, que saiu do banco de reservas para fazer o gol salvador faltando apenas oito minutos para o fim do jogo, o time venceu o confronto nos pênaltis, por 3 a 2, depois da grande defesa do goleiro Victor na cobrança de Maxí Rodríguez.
No jogo contra o Tijuana, pelas quartas de final, o camisa 1 do Galo defendeu a cobrança de Riascos aos 47 do segundo tempo. A bola defendida por ele ficou com a delegação atleticana, foi autografada por todos os jogadores e virou uma espécie de amuleto do time alvinegro. Mesmo com os jogadores e o técnico Cuca não comentando muito sobre o assunto, o atacante Guilherme revelou que o 'amuleto' está sempre com o time e que será mais um apoio para a final contra o Olímpia.
- Nós temos ela. Foi dada de presente para o Victor, por merecimento próprio. Todos nós assinamos, foi um presente dado pelo Ligeirinho, um funcionário nosso do dia-a-dia. Ela sempre está conosco e esperamos que ela isso seja mais uma força, mais um apoio para essas finais.
Depois do lance contra o Tijuana, que garantiu o avanço do Galo na competição, Guilherme afirma que o Galo pode estar desfalcado por qualquer jogador, menos pelo amuleto.
- É verdade. Foi um lance único na competição, um lance que vai ser levado para toda a história e a gente quer ter esse amuleto. Pode faltar qualquer um, menos a bola.
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