Um ano depois, o acerto superou toda desconfiança e virou exemplo de sucesso ao reerguer um clube quase rebaixado no ano anterior e um jogador que já havia sido eleito o melhor do mundo, mas cogitava abandonar o futebol. Na quarta-feira, sem Ronaldinho em campo, o Atlético-MG perdeu para o Vasco por 2 a 0.
No Atlético-MG, o astro, que estava mal no Flamengo, voltou a jogar bem e ser decisivo a ponto de ser chamado para jogos da seleção por Luiz Felipe Scolari.
Editoria de Arte/Folhapress | ||
Mesmo fora da Copa das Confederações, que começa no dia 15, uma convocação do meia para o Mundial de 2014, que parecia impossível no início de 2012, ficou viável e até recomendável por críticos e torcedores.
Com Ronaldinho, o Atlético-MG foi vice-brasileiro em 2012, depois de ter sido 15º no ano anterior, e voltou à Libertadores após 13 anos.
O resultado fez o Atlético-MG renovar o contrato de seis meses por mais um ano.
Neste ano, atleta e time conquistaram o Mineiro e a histórica vaga na semifinal do torneio sul-americano.
Em quatro participações, o Atlético-MG nunca havia ficado entre os quatro melhores times da Libertadores.
"No momento mais difícil da minha carreira, a massa atleticana me deu uma demonstração de carinho que me fez desistir da ideia de abandonar o futebol", agradeceu Ronaldinho, em sua conta do Facebook.
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